Olá,
segue matéria com o autor do livro "Sem medo de falar - Relato de uma vítima de pedofilia", assunto da última publicação deste blog, na qual o autor do livro compartilha informações interessantes.
Acessem a matéria aqui
segunda-feira, 23 de junho de 2014
domingo, 1 de junho de 2014
"Sem medo de falar"
"Sem medo de falar - um relato de uma vítima de pedofilia" é um livro escrito por Marcelo Ribeiro. Ele nasceu em 1965, em Minas Gerais, e durante parte de sua infância e adolescência fez parte de um coral. O regente deste coral, chamado durante o livro de "maestro", violentou sexualmente Marcelo. Não somente ele, mas outros meninos do coral. O "maestro" era ligado à igreja católica e estava acima de qualquer suspeita.
O livro é muito interessante ao descrever toda a trajetória de Marcelo, desde o início dos episódios de violência sexual até a sua revelação, já na idade adulta. Marcelo fez um paralelo entre a sua história e os casos de violência sexual envolvendo padres da igreja católica, uma vez que o seu agressor estava ligado à esta igreja. Enquanto lia o livro, marcava algumas passagens para publicar aqui. No entanto, agora mesmo, enquanto as digitava, percebi que apenas estas passagens, isoladas do restante do livro, não terão o sentido e o impacto que elas realmente têm. Sugiro, então, que aqueles interessados em conhecer mais sobre a violência sexual contra meninos leiam o livro. Segue o texto da contracapa:
"O abusador sexual é alguém próximo. Um parente, um amigo da família, um professor, um padre, um treinador, um maestro de coral. Seu maior aliado é o silêncio. A criança não denuncia porque tem vergonha, medo. Porque acha que ninguém vai acreditar. Marcelo Ribeiro perdeu o medo de falar. Neste livro corajoso ele conta como, ajudado pela mulher, conseguiu enfrentar o trauma e a condenação ao silêncio. Sua vida é um exemplo de superação: das dores, tirou lições fundamentais para aqueles que desejam a felicidade das crianças e para todos que querem encontrar caminhos para que a sociedade possa se prevenir contra esse crime".
Esta postagem é uma forma de agradecer ao Marcelo Ribeiro, autor do livro, por compartilhar sua história e, assim, dar maior visibilidade para a violência sexual contra meninos. Obrigado, Marcelo! Tua coragem tem o potencial de fazer com que muito meninos, crianças e adolescentes, também se sintam encorajados. Tem, também, potencial de fazer com que muitos pais, mães, cuidadores e profissionais estejam mais atentos à violência sexual.
O livro é muito interessante ao descrever toda a trajetória de Marcelo, desde o início dos episódios de violência sexual até a sua revelação, já na idade adulta. Marcelo fez um paralelo entre a sua história e os casos de violência sexual envolvendo padres da igreja católica, uma vez que o seu agressor estava ligado à esta igreja. Enquanto lia o livro, marcava algumas passagens para publicar aqui. No entanto, agora mesmo, enquanto as digitava, percebi que apenas estas passagens, isoladas do restante do livro, não terão o sentido e o impacto que elas realmente têm. Sugiro, então, que aqueles interessados em conhecer mais sobre a violência sexual contra meninos leiam o livro. Segue o texto da contracapa:
"O abusador sexual é alguém próximo. Um parente, um amigo da família, um professor, um padre, um treinador, um maestro de coral. Seu maior aliado é o silêncio. A criança não denuncia porque tem vergonha, medo. Porque acha que ninguém vai acreditar. Marcelo Ribeiro perdeu o medo de falar. Neste livro corajoso ele conta como, ajudado pela mulher, conseguiu enfrentar o trauma e a condenação ao silêncio. Sua vida é um exemplo de superação: das dores, tirou lições fundamentais para aqueles que desejam a felicidade das crianças e para todos que querem encontrar caminhos para que a sociedade possa se prevenir contra esse crime".
Esta postagem é uma forma de agradecer ao Marcelo Ribeiro, autor do livro, por compartilhar sua história e, assim, dar maior visibilidade para a violência sexual contra meninos. Obrigado, Marcelo! Tua coragem tem o potencial de fazer com que muito meninos, crianças e adolescentes, também se sintam encorajados. Tem, também, potencial de fazer com que muitos pais, mães, cuidadores e profissionais estejam mais atentos à violência sexual.
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